Relacionamento Pós-divórcio/separação e gravidez na nova relação

Como sabem, ou não, eu separei-me. Como dizem na gíria, o bombó molhou (risos), whatever.

 A verdade que de lá pra cá veio a realidade a questão voltar ao mercado dos solteiros, namorar OU apenas curtir? Enfim, é tanto mix na panela que as vezes só me apetece rir.

Primeiro, te deparas com a questão o tipo de homem que há “no mercado”, ou é gay, ou é comprometido, ou é um solteiro confuso ou tem os homens com denominações que pra mim são pura novidade como Sapiosexual (este fez-me rir até doer a barriga). Mas, num mercado tão vasto, chega aquele momento em que encontras alguém certo (se encontrei ou não é conversa pra outro momento), pois, encontras alguém e a relação vai crescendo, ganha outros níveis, fica cada vez mais sério. Então começam a surgir montes de questões: o ficarem juntos só algumas horas já não é suficiente, casamo-nos ou apenas juntamos as tralhas um do outro ou, ficamos assim, cada um em sua casa. Ah! E os filhos. E se o parceiro/a quiser mais filhos?

 E a grande comparação da noite a atriz Claudia Raia (risos) verdade! Novamente casada e agora mãe, após seus 40 ou 50, desculpem-me não sei a idade certa.

 

 

Então bora lá desfazer em detalhes o que rolou.

 

Num destes sábados recebi alguns amigos em casa, para uma comemoração. Como esperado, a conversa rolou solta… deixem-me dizer-vos (risos) mais que solta. Éramos por volta de 5/6 mulheres e 2 homens. Eu e mais outra senhora estávamos do lado dos homens, vá… a que não generalizar.

O lado dos homens apoiava que sim, um deles disse “no tempo dos meus pais é que eram felizes, bwe de damas, bwe de filhos. Se tenho capacidade de fazer faço mais”. Já a esposa dele defendia que “não, já tenho 3 e chega tou cansada não tenho paciência, não faço mais, aliás, posso namorar, mas viver junto não”.

 

E ali a discussão começou.

Outra amiga minha disse “eu que já vivi maritalmente e já sei os podres todos de viver sob o mesmo teto não voltaria a fazer isso. Não tive uma boa experiência com os meus pais e quero quebrar o ciclo”. Ok válido. Mas, quebrar o ciclo pode significar viverem juntos e não repetirem os erros de antes.

Já outra amiga disse “tem que existir os filhos de cada um e os filhos do casal”.

E por último houve alguém que disse “cada pessoa é uma pessoa”.

 

Vários pontos de vista não é mesmo?!

Na minha humilde opinião, Claudia Raia, no requisito gravidez, pode! Sim ela pode! De risco ou não, cansativo ou não ela vai ter 2 babás para aquela criança, até porque o estilo de vida dela exige, então nem se compara.

Se um relacionamento passa a ser sério ao ponto de um Até amanhã já não ser suficiente acho que devemos sim tentar. Dá medo? Horrores. Dá ansiedade? De arrancar as unhas, principalmente depois de termos vivido experiências que não deram certo, aí a pessoa volta acostumar-se a vida solteira e toda independência e estilo que vem com ela. Mas eu acredito que só temos essas dúvidas todas porque Ainda não encontramos aquela pessoa.

Falo por mim por exemplo, eu tou farta da maternidade, esgota-me até ao osso e mesmo durante as gravidezes passo mal, mas ao mesmo tempo amo ser mãe, então, não me importaria de engravidar novamente.

Viver junto, casar-se… Se encontrar a pessoa certa, sim!

Devia estar traumatizada? Sem dúvida! Mas se for a pessoa certa ela vai provocar o oposto em mim. Vai me dar paz, vai lidar com os problemas de forma diferente, vai me dar apoio emocional e não tentar competir, não vai repetir as situações que já vivi, as dores que já senti. Vai haver respeito dentro e fora das 4 paredes, vai ter que ser 100/100 em tudo. A doação terá que ser igual.

Ah mas pode fingir no namoro…Não! Ninguém finge por muito tempo, a questão é que quando somos novas ignoramos os sinais e achamos que vamos mudar o outro e outro é a nossa prioridade. Errado.

Nós devemos ser a nossa própria prioridade.

Hoje, já não tenho o relacionamento já penso doutra forma, então se a pessoa me transmitir essa energia boa e de paz e de segurança… eu embarco. Cada pessoa é diferente, é única (estou a dizer isso mas ao mesmo tempo a minha mente está a pensar Trocarias mesmo a liberdade que alcançaste?!).

 

E vocês pessoal? Qual é a vossa opinião sobre isso? Desistir ou continuar a acreditar no amor?

 

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